I Jornada de Tecnologias Radiologicas - UniEVANGELICA - Anapolis-GO

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

A I Jornada de Tecnologias Radiológicas é uma iniciativa do 5º período do curso de Tecnologias Radiológicas da UniEVANGÉLICA da cidade de Anápolis-GO. O evento terá início no dia 11 de novembro de 2009 e seu encerramento ocorrerá dia 13 do mesmo mês.

O Instituto 5 de Junho apoia o evento e convida a todos a participar.

Para maiores informações entre em contato com o Instituto 5 de Junho (neste link) ou no blog do evento.




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Créditos de Carbono, como o ambiente pode ganhar com isso?

sexta-feira, 14 de agosto de 2009


O aquecimento global virou destaque nos últimos anos, cientistas e estudiosos afirmam e demonstram o crescimento alarmante da emissão e dos índices de dióxido de carbono, metano e óxido nitroso na atmosfera, provocando alterações climáticas e, consequentemente, impactos nas economias de diversos paises.

Esses gases são, na grande maioria das vezes, emitidos durante processos industriais, pelo uso de combustíveis fósseis, na produção industrial ou transporte em
geral, e se torna necessário um conjunto de medidas mitigadoras em cada país que emissor. O Protocolo de Kyoto prevê um controle de emissão, do qual o Brasil faz parte, estipulando metas de redução entre 2008 e 2o12.

Das várias regras do protocolo, existem os mecanismos de flexibilização, que estabelece um sistema de compra e venda de emissão de SO2 [cap-and-trade] onde é fixado um valor limite de emissão do gás em questão. A empresa que consegue baixar a emissão
conquistaria o direito de vender os "créditos"para aqueles que não conseguiam obedecer as taxas, o que conseguiu, por exemplo, derrubar os índices de poluição nos EUA, na década de 80. O protocolo de Kyoto adaptou o cap-and-trade para as emissões de carbono na atmosfera, e os créditos podem ser comercializados em bolsas de valores, como qualquer commodity.

O MDL (Mecanismo de Desenvolvimento Limpo) é outra maneira de se negociar esses créditos, possibilitando a negociação entre países altamente industrializados e nações que não possuem, ainda, a obrigação da redução de suas emissões, como Brasil e Índia.

fonte: Ministério da Ciência e Tecnologia/Programa Nacional de Mudanças Climáticas/2008

fontes: Revista Horizonte no.123 / Ministério da Ciência e Tecnologia
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Iniciativa de Preservação do Cerrado em Mato Grosso

quinta-feira, 23 de julho de 2009


A Câmara dos Deputados do Estado de Mato Grosso já aprovou em primeira votação, dia 17 de julho, um projeto que institui o Dia Estadual de Preservação do Cerrado no dia 28 de agosto (proposta de João Malheiros - PR). A comemoração da data inclui a realização de Seminários, debates, oficinas, campanhas, concursos e diversas outras atividades que englobam diversos setores da sociedade e contribuem para disseminar o conhecimento e a valorização do bioma.

Além da data, será instituída a Comenda Lobo Guará para organizações governamentais e não-governamentais, educacionais, institutos de pesquisa, empresas sustentáveis e outras que contribuam com a preservação da memória e o patrimônio cultural do Cerrado.

É importante ressaltar que o bioma Cerrado corresponde a cerca de 25% do território brasileiro e é o segundo maior bioma do país, abrangendo os estados da Bahia,Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Piauí, Rondônia, São Paulo e Tocantins, além do Distrito Federal. A pouco tempo passou a fazer parte da lista dos 25 lugares de grande riqueza biológica e mais ameaçados do planeta.

Considera-se que 70% do Cerrado já desapareceu devido à degradação ambiental e ao crescimento desenfreado da agro-pecuária durante o último século. Em 2004, o governo federal desenvolveu um Plano de Proteção ao Cerrado, com intuito de preservar e recuperar as áreas críticas deste bioma. De acordo com a ex-Ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, "esse processo (a degradação do Cerrado) é uma necessidade urgente para todos nós". O objetivo do governo é incentivar a sustentabilidade e a preservação natural, protegendo espécies raras, animais e vegetais.
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Calendário Ambiental

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Janeiro


01 – Dia Mundial da Paz e Confraternização Universal

09 – Dia do astronauta

11 – Dia do controle de poluição por agrotóxicos


Fevereiro


02 – Dia Mundial das zonas úmidas

06 – Dia do agente de defesa ambiental

22 – Criação do IBAMA


Março


01 – Dia do turismo ecológico

14 – Dia Mundial de luta dos atingidos por barragens

21 – Início do outono

22 – Dia mundial da água

23 – Dia do meteorologista


Abril


07 – Dia mundial da saúde

15 – Dia Nacional da conservação do solo

22 – Dia da Terra

28 – Dia da Caatinga

28 – Dia da educação


Maio


03 – Dia do solo

03 – Dia do pau-brasil

05 – Dia mundial do campo

08 – Dia mundial das aves migratórias

13 – Dia do zootecnista

16 – Dia do gari

18 – Dia das raças indígenas da América

22 – Dia internacional da biodiversidade

25 – Dia do trabalhador rural

27 – Dia nacional da Floresta Atlântica

29 – Dia do Geógrafo

30 – Dia do Geólogo


Junho


05 – Dia Mundial do Meio Ambiente

05 – Dia da ecologia

08 – Dia do Citricultor

17 – Dia mundial do combate à desertificação e à seca

21 – Início do inverno

23 – Dia do lavrador

29 – Dia do pescador


Julho


02 – Dia do bombeiro

08 – Dia da ciência

12 – Dia do Engenheiro Florestal

13 – Dia do Engenheiro Sanitarista

17 – Dia de proteção às florestas

25 – Dia do colono

28 – Dia do agricultor


Agosto


05 – Dia da Saúde

06 – Dia de Hiroshima

09 – Dia internacional dos povos indígenas

09 – Dia internacional da qualidade do ar

11 – Dia do estudante

14 – Dia do combate à poluição


Setembro


03 – Dia do Biólogo

05 – Dia da Amazônia

09 – Dia do Veterinário

11 – Dia do Cerrado

16 – Dia internacional de proteção à camada de ozônio

16 – Dia internacional para prevenção de desastres naturais

18 – Dia mundial de limpeza do litoral

19 – Dia mundial pela limpeza da água

21 – Dia da árvore

22 – Dia da defesa da fauna

23 – Início da primavera

27 – Dia do Turismólogo


Outubro


04 – Dia dos animais

04 – Dia da natureza

04 – Dia do cão

05 – Dia mundial do habitat

05 – Dia da ave

12 – Dia do mar

12 – Dia do Agrônomo

15 – Dia do professor

15 – Dia do educador ambiental

27 – Dia do Engenheiro Agrícola


Novembro


01 – Dia da espeleologia

05 – Dia da cultura e da ciência

24 – Dia do rio

30 – Dia do Estatuto da Terra


Dezembro


14 – Dia do Engenheiro de Pesca

15 – Dia do Jardineiro

21 – Início do verão

31 – Dia da esperança

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Educação Ambiental no Brasil - do ano de 1800 a 2000

quarta-feira, 15 de julho de 2009


Século XIX

1808 - Criação do Jardim Botânico no Rio de Janeiro

1850 - Lei 601 de Dom Pedro II proibindo a exploração florestal nas terras descobertas, a lei foi ignorada, continuando o desmatamento para implantação da monocultura de café.

1876 - André Rebouçãs sugere a criação de parques nacionais na Ilha de Bananal e em Sete Quedas.

1891 - Decreto 8.843 cria reserva florestal em Acre, que não foi implantada ainda.

1896 - Foi criado o primeiro parque estadual em São Pablo. Parque da Cidade.
Século XX

1920 - O pau brasil é considerado extinto

1932 - Realiza-se no Museu Nacional a primeira Conferência Brasileira de Proteção à Natureza

1934 - Decreto 23793 transforma em Lei o Anteprojeto de Código Forestal

1937 - Cria-se o Parque Nacional de Itatiaia

1939 - Cria-se o Parque Nacional do Iguaçu
Anos 60

1961 - Jânio Quadros, declara o pau brasil como árvore símbolo nacional, e o ipê como a flor símbolo nacional
Anos 70

1971 - Cria-se em Rio Grande do Sul a associação Gaúcha de Proteção ao Ambiente Natural . AGAPAN

1972 - A Delegação Brasileira na Conferência de Estocolmo declara que o pais está “aberto a poluição, porque o que se precisa é dólares, desenvolvimento e empregos” . Apesar disto, contraditoriamente o Brasil lidera os países do Terceiro Mundo para não aceitar a Teoria do Crescimento Zero proposta pelo Clube de Roma

A Universidade Federal de Pernambuco inicia uma campanha de reintrodução do pau brasil considerado extinto em 1920.

1973 - Cria-se a Secretaria Especial do Meio Ambiente, SEMA, no âmbito do Ministério do Interior, que entre outras atividades, começa a fazer Educação Ambiental

1976 - A SEMA e a Fundação Educacional do Distrito Federal e a Universidade de Brasília realizam o primeiro curso de Extensão para professores do 1o Grau em Ecologia .

1977 - Implantação do Projeto de Educação Ambiental em Ceilândia. (1977 - 81).

SEMA constitui um grupo de trabalho para elaboração de um documento de Educação Ambiental para definir seu papel no contexto brasileiro.

Seminários Encontros e debates preparatórios à Conferência de Tbilisi são realizados pela FEEMA-RJ

A disciplina Ciências Ambientais passa a ser obrigatória nos cursos de Engenharia.

1978 - A Secretaria de Educação de Rio Grande do Sul desenvolve o Projeto Natureza (1978 - 85)

Criação de cursos voltados para as questões ambientais em varias universidades brasileiras.

Nos cursos de Engenharia Sanitária inserem-se as disciplinas de Saneamento Básico e Saneamento Ambiental

1979 - O MEC e a CETESB/ SP, publicam o documento “Ecologia uma Proposta para o Ensino de 1o e 2o Graus.
Anos 80

1981 - Lei Nr. 6938 do 31 de Agosto, dispõe sobre a Política Nacional do Meio Ambiente (Presidente Figueiredo)

1984 - Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA), apresenta umaresolução estabelecendo diretrizes para a Educação Ambiental, que não é tratada.

1986 - A SEMA junto com a Universidade Nacional de Brasília, organiza o primeiro Curso de Especialização em Educação Ambiental . (1986 a 1988)

I Seminário Nacional sobre Universidade e Meio Ambiente

Seminário Internacional de Desenvolvimento Sustentado e Conservação de Regiões Estuarino – Lacunares (Manguezais) São Paulo

1987 - O MEC aprova o Parecer 226/87 do conselheiro Arnaldo Niskier, em relação a necessidade de inclusão da Educação Ambiental nos currículos escolares de 1o e 2o Graus

Paulo Nogueira Neto representa ao Brasil na Comissão Brundtland

II Seminário Universidade e Meio Ambiente, Belém, Pará.

1988 - A Constituição Brasileira, de 1988, em Art. 225, no Capítulo VI - Do Meio Ambiente, Inciso VI, destaca a necessidade de ‘’promover a Educação Ambiental em todos os níveis de ensino e a conscientização pública para a preservação do meio ambiente’’. Para cumprimento dos preceitos constitucionais, leis federais, decretos, constituições estaduais, e leis municipais determinam a obrigatoriedade da Educação Ambiental.

Fundação Getúlio Vargas traduz e publica o Relatório Brundtland, Nosso Futuro Comum.

A Secretaria de Estado do Meio Ambiente de SP e a CETESB , publicam a edição piloto do livro “Educação Ambiental” Guia para professores de 1o e 2o Graus.

1989 - Criação do IBAMA (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente), pela fusão da SEMA, SUDEPE, SUDEHVEA e IBDF. Nele funciona a Divisão de Educação Ambiental.

Programa de Educação Ambiental em Universidade Aberta da Fundação Demócrito Rocha, por meio de encartes nos jornais de Recife e Fortaleza.

Primeiro Encontro Nacional sobre Educação Ambiental no Ensino Formal. IBAMA/ UFRPE. Recife

Cria-se o Fundo Nacional de Meio Ambiente FNMA no Ministério do Meio Ambiente MMA.

III Seminário Nacional sobre Universidade e Meio Ambiente. Cuiabá. MT
Anos 90

1990 - I Curso Latino-Americano de Especialização em Educação Ambiental . PNUMA/IBAMA/CNPq/CAPES/UFMT. CUIABÁ- MT (1990 a 1994)

IV Seminário Nacional sobre Universidade e Meio Ambiente, Florianópolis, SC.

1991 - MEC resolve que todos os currículos nos diversos níveis de ensino deverão contemplar conteúdos de Educação Ambiental (Portaria 678 (14/05/91).

Projeto de Informações sobre Educação Ambiental IBAMA/ MEC

Grupo de Trabalho para Educação Ambiental coordenado pelo MEC, preparatório para a Conferência do Rio 92.

Encontro Nacional de Políticas e Metodologias para Educação Ambiental . MEC/ IBAMA/Secretaria do Meio Ambiente da Presidência da República/ UNESCO/ Embaixada do Canadá.

1992 - Criação dos Núcleos Estaduais de Educação Ambiental do IBAMA, NEA’s.

Participação das ONG’s do Brasil no Fórum de ONG’s e na redação do Tratado de Educação Ambiental para Sociedades Sustentáveis. Destaca-se o papel da Educação Ambiental na construção da Cidadania Ambiental.

O MEC promove no CIAC do Rio das Pedras em Jacarepagua Rio de Janeiro o Workshop sobre Educação Ambiental cujo resultado encontra-se na Carta Brasileira de Educação Ambiental, destacando a necessidade de capacitação de recursos humanos para EA

1993 - Uma Proposta Interdisciplinar de Educação Ambiental para Amazônia. IBAMA, Universidades e SEDUC’s da região, publicação de um Documento Metodológico e um de caráter temático com 10 temas ambientais da região.(1992 a 1994)

Criação dos Centros de Educação Ambiental do MEC, com a finalidade de criar e difundir metodologias em Educação Ambiental

1994 - Aprovação do Programa Nacional de Educação Ambiental , PRONEA, com a participação do MMA/IBAMA/MEC/MCT/MINC

Publicação da Agenda 21 feita por crianças e jovens em português. UNICEF.

3º Fórum de Educação Ambiental

1995 - Todos os Projetos Ambientais e/ou de desenvolvimento sustentável devem incluir como componente atividades de Educação Ambiental .

1996 - Criação da Câmara Técnica de Educação Ambiental do CONAMA

Novos Parâmetros Curriculares do MEC, nos quais incluem a Educação Ambiental como tema transversal do currículo.

Cursos de Capacitação em Educação Ambiental para os técnicos das SEDUC’s e DEMEC’s nos Estados, para orientar a implantação dos Parâmetros Curriculares. Convênio UNESCO - MEC

Criação da Comissão Interministerial de EA. MMA

1997 - Criação da Comissão de Educação Ambiental do MMA

I Conferência Nacional de Educação Ambiental. Brasília. ICNEA

Cursos de Educação Ambiental organizados pelo MEC – Coordenação de Educação Ambiental, para as escolas Técnicas e Segunda etapa de capacitação das SEDUC’s e DEMEC’s. Convênio UNESCO – MEC

IV Fórum de Educação Ambiental e I Encontro da Rede de Educadores Ambientais. Vitoria

I Teleconferência Naciona de Educação Ambiental .Brasília, MEC

1998 - Publicação dos materiais surgidos da ICNEA

1999 - Criação da Diretoria de Educação Ambiental do MMA Gabinete do Ministro

Aprovação da LEI 9.597/99 que estabelece a Política Nacional de EA

Programa Nacional de Educação Ambiental

Criação dos Movimento dos Protetores da Vida Carta de Princípios Brasília DF

A Coordenação de EA do MEC passa a formar parte da Secretária de Ensino Fundamental - COEA

Anos 2000

2000 - Seminário de Educação Ambiental organizado pela COEA/ MEC Brasília DF

Curso Básico de Educação Ambiental a Distancia DEA/ MMA UFSC/ LED/ LEA

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Legislação de Proteção Ambiental Brasileira e Licenciamentos

sábado, 4 de julho de 2009


No ano de 1973 a Secretaria do Meio Ambiente (SEMA) do Governo Federal iniciou o longo caminho para a intitruição da Legislação Brasileira de Proteção Ambiental. Mesmo existindo anteriomente lei que regulamentavam o setor ambiental, como o Código das Águas e o Código Florestal (1934), o Código da Pesca (1938) e o Código da Caça (1967), foi a Conferência de Estocolmo - UNEP (1972) que impulsionou definitivamente a discussão sobre a legislação ambiental no Brasil.

A partir de então, as reivindicações por ações de proteção ambiental cresceram no mundo todo. No Estado Brasileiro destacaram-se iniciativas importantes nesta área como o surgimento da Lei Federal para Política de Proteção Ambiental de 1981 e o surgimento do IBAMA (Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Renováveis), oriundo da junção da SEMA, Instituto Brasileiro de Desenvolvimento Florestal (IBDF) e a Secretaria de Desenvolvimento da Pesca (SUDEPE).

Foi montado então a estrutura que viabilizou o Sistema Nacional de Meio Ambiente (SUSNAMA), apresentada no quadro abaixo:


Assim, a Lei Federal para Política de Proteção Ambiental de 1981 estipula em seu parágrafo 3o.:

- valores de referência para qualidade ambiental;
- critérios para planejamentos de uso do solo;
- Estudos de Impactos Ambientais e Relatórios de Impactos Ambientais (EIA/RIMA);
- procedimentos para autorização de poluição em potencial;
- criação de reservas de proteção ambiental;
- penalidades em caráter disciplinar ou compensatório por discumprimentos aos regulamentos de proteção ambiental.

O Licenciamento ambiental no Brasil passou a ser uma exigência para a consolidação de qualquer projeto potencialmente impactante. Existem três tipos de licenças, classificadas de acordo com a etapa do projeto de execução:

1. Licença Prévia (LP): para etapa de planejamento.
2. Licença de Instalação (LI): para início das construções e infra-estrutura.
3. Licença de Operação (LO): para o início das atividades finais descritas em projeto.

Resumidamente, o roteiro de licenciamento pode ser descrito da seguinte maneira:

I - Análise de Projetos e Memoriais (para licenciamento prévio):
- o projeto possui informações suficientes para ser avaliado?
- o projeto obedeceu todas as exigências e determinações do CONAMA?
- foi realizado EIA?
- o projeto foi aprovado?

II - Análise de Projetos (para licenciamento de instalação):
- o projeto possui informações suficientes para ser avaliado?
- o projeto está de acordo com as especificações técnicas?
- o projeto foi aprovado?

III - Análise de Projetos (para licenciamento de operação):
- o projeto possui informações suficientes para ser avaliado?
- o projeto e especificações técnicas estão de acordo com as documentações legais exigidas?
- O projeto obtece licenciamento de operação?
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Cursos do Instituto 5 de Junho

quarta-feira, 24 de junho de 2009

O Instituto 5 de Junho oferece cursos de curta duração para profissionais e estudantes de nível superior na área ambiental e outras relacionadas. Estão sendo desenvolvidos vários temas que serão ministrados por profissionais e professores gabaritados e oferecidos a preços acessíveis na cidade de Anápolis-GO e região.

Alguns dos temas propostos são:

Aproveitamento de Água de Chuva e Reuso de Água (40 horas) : qualidade da água de chuva; índices pluviométricos; métodos construtivos de captação e bombeamento de água de chuva; usos possíveis da água proveniente de chuva; qualidade da água de descarte; reuso de água domiciliar; métodos construtivos de captação e bombeamento de água de descarte.

Controle e Tratamento de Lixo Hospitalar (40 horas) : esclarece sobre a caracterização do lixo hospitalar, sua gestão, armazenagem e destinação; formas de tratamento e cuidados de manejo, com enfoque aos riscos à saúde humana e o potencial poluidor.

Curso Básico de AutoCAD 2D (40 horas) : o curso oferece teoria e prática sobre desenho arquitetônico e projetivo e os comandos do software AutoCAD, versões 2000 à 2008.

Gestão de Resíduos Industriais (40 horas) : caracterização dos resíduos; potencial poluidor; legislação específica; armazenamento, destinação e tratamento; operação; e impactos ambientais.

Gestão de Resíduos Sólidos (40 horas) : caracterização do lixo e seu potencial para reciclagem; níveis de poluição; coleta, destino e armazenamento; formas de tratamento e disposição final; impactos ambientais em ambientes urbanos e naturais.

Introdução à Gestão de Parques de Caverna (40 horas) : gestão de parques; cavernas; espeleologia amadora; conservação de cavernas; seguraça e resgate em ambientes de difícil acesso; legislação específica.

Introdução ao Marketing Ambiental (40 horas) : "imagem verde"; ferramentas de marketing aplicadas; responsabilidade sócio-ambiental; mercado ambiental.

E mais nas seguintes áreas:

- Economia rural e agronegócio;
- Educação ambiental;
- Estudos de impactos;
- Legislação ambiental;
- Licenciamentos e outorgas;
- Perícia ambiental;
- Produção industrial e sucroalcooleira.

Para saber mais dos nossos cursos contate-nos pelo e-mail: instituto5dejunho@gmail.com ou pelo telefone (62) 8412 7153 (Carlos Henrique Klein - coordenador de cursos).

Os cursos são certificados pelo Instituto 5 de Junho e instituições de ensino superior e ensino profissionalizante.
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Palestra: Princípios de Engenharia aplicados ao setor Radiológico

terça-feira, 23 de junho de 2009

O Instituto 5 de Junho realizará em Agosto a palestra: Princípios de Engenharia Aplicados ao setor Radiológico para a turma do 1o período do curso de Tecnologia em Radiologia da UniEVANGÉLICA em Anápolis-GO.

O tema trata dos cuidados com a montagem de clínicas e hospitais radiológicos, do ponto de vista construtivo e em relação à segurança radio-biológica. Serão mostrados termos de exigência do Ministério da Saúde em sua Portaria 1889/94 e sua evolução, a Portaria 453/99.

Abaixo você pod visualizar o resumo da palestra:












Conheça nossas palestras e cursos, solicite uma apresentação pelo e-mail:instituto5dejunho@gmail.com

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Instituto 5 de Junho na semana do Meio Ambiente SESC Anápolis 2009

terça-feira, 9 de junho de 2009

Na semana do Dia Mundial do Meio Ambiente, o SESC Anápolis-GO realizou a Semana do Meio Ambiente, com inúmeras oficinas, palestras e atividades para a sociedade e estudantes do nível básico da rede municipal de ensino. Foram totalizados mais de 3 mil atendimentos nos cinco dias de evento, culminando com a ação pública na praça Dom Emanuel em Anápolis no dia 05/06, onde foram desenvolvidas atividades culturais e de conscientização ambiental.

O Instituto 5 de Junho atuou em parceria com o SESC durante todo o evento, contribuindo com oficinas e palestras, dentre elas, a palestra institucional do dia 05/06: Sustentabilidade no Ambiente de Trabalho.

Confira o resumo da palestra.


Conheça nossas palestras e cursos, solicite uma apresentação pelo e-mail: instituto5dejunho@gmail.com
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I Congresso Internacional de Meio Ambiente Subterrâneo

quarta-feira, 20 de maio de 2009

15 a 18 de Setembro de 2009 São Paulo - SP

Realizado no centro FECORMÉCIO de eventos. Com apresentações de trabalhos técnicos, oral, e pôster; mesas redondas e conferências.

Para maiores informações clique aqui.
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25º Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental

terça-feira, 19 de maio de 2009

20 a 25 de setembro de 2009 - Recife/PE




Cursos pré-congresso
Água
Fundamentos de qualidade e tratamento de águas
17 a 19/09 Recife - PE
Esgoto
Sistema de esgotamento sanitário - coleta e transporte
17 a 19/09 Recife - PE
Meio Ambiente
Gestão ambiental
17 a 18/09 Recife - PE
Residuos sólidos
Aterro sanitário - Construção, operação e aproveitamento energético do biogás
17 a 19/09 Recife - PE

informações sobre estes e outros cursos clique aqui.

para maiores informações do congresso clique aqui.
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8a Jornada de Agroecologia - 27 a 30 de maio

segunda-feira, 18 de maio de 2009

A jornada acontece desde 2002 e já passou por algumas cidades do estado do Paraná, se fortalendo a cada ano como um espaço de articulacao, intercambio e debates em torno da Agroecologia do ponto de vista de campesinos e pequenos produtores da agricultura familiar, além dos debates esse ano mais de 80 oficinas praticas sobre a agroecologia estão inscritas, e uma feira de produtos agroecologicos de associacoes, cooperativas, coletivos produtores do estado do Paraná será permanente durante toda a jornada.

A jornada este ano será uma construção coletiva entre a Via Campesina Brasil em conjunto com a FETRAF/SUL e o Forum Regional de Entidades da Agricultura Familiar. E pela primeira vez a jornada vai ser em Francisco Beltrão no sudoeste do Paraná entre 27 e 30 de maio.

A "hospedagem" vai ser em barracas e cada um leva a sua, o MST vai erguer um acampamento, mas nos temos que levar nossas barracas. A alimentacao, vai ser no mesmo esquema de sempre cada um leva a sua, podemos organizar ou nao para prepararmos a alimentacao coletiva vai ter um espaco resevado para isso... ou cada um por conta... as brigadas do MST vão armar suas cozinhas como sempre...

Quem precisar de certificados para justificar faltas e/ou para carga horaria ja avisa, porque não faremos certificados para todos os participantes só para quem precisar e avisar antes....

Caso alguem tenha interesse vão sair onibus de Curitiba e outras cidades do Paraná em que podemos articular para dar carona para os compas que queiram participar.

Qualquer duvida podem escrever e se puderem ajudem a divulgar a jornada e a programação.

Abraços
Thomas - FEAB UFPR

Convite enviado via email por THOMAS PARRILI em 14 de maio de 2009
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A chuva e os problemas urbanos

domingo, 17 de maio de 2009


Todo ano vemos nos noticiários casos de enchentes, alagamentos, transbordamentos e deslizamentos de terras provocados pela ação das chuvas em diversas regiões brasileiras. Muitos comentários, de autoridades, políticos e mídia, atribuem as catástrofes às intempéries, tratando todo o infortúnio como um simples desígnio natural, eximindo as responsabilidades dos setores públicos, privados e da população quanto à situação.

 

As chuvas castigam, em muitos locais do país, uma grande parcela das populações locais, mas, sobretudo, cidadãos de baixa renda, marginalizados e moradores de áreas de risco. Salvo alguns casos, a grande maioria dos problemas com enchentes, decorrem de más administrações públicas quanto a saneamento, escoamentos de águas pluviais, planejamento urbano, programas de zoneamento, controles ambientais e fiscalização de obras e ocupações.

 

O crescimento constante de centros urbanos de forma não planejada provoca um acréscimo no volume de água escoada de chuva, devido à impermeabilização dos solos, o que leva ao crescimento instantâneo da vazão de córregos e rios, que por sua vez sofrem com desmatamento das matas de galeria e não possuem as áreas de preservação protegidas. A força das águas acaba por provocar erosões, deslizamentos, destruição. Em cidades como São Paulo, as enxurradas são cada vez maiores, em intervalos cada vez menores, e a luta para escoar a água de maneira eficaz, torna-se praticamente impossível. As alterações na topografia e as instalações urbanas (prédios, estradas, casas, galerias) fazem inviáveis financeiramente reformas verdadeiramente eficazes.

 

Outro problema quanto à ocupação urbana é o não planejamento de áreas de construção, invasões e demora na execução de obras de saneamento público. Favelas e ocupações promovem desmatamentos de áreas que se mantinham estáveis pela presença das matas naturais, que sustentavam encostas e perfis inclinados de terrenos. Retiradas não planejadas de terras, nivelamentos de loteamentos ilegais e construções sem projeto são responsáveis por fragilizar o solo contra os efeitos da chuva e do escoamento das águas.

 

A fórmula para se resolver o problema, de forma resumida e simplificada, consiste em três meios de ação simultâneos: controle de vazão da água pluvial nas áreas urbanas (galerias pluviais, bueiros, controle de áreas de absorção, manutenção e preservação dos leitos dos rios); redução de ações erosivas (com combate e prevenção); e aumento da área de absorção superficial e sub-superficial das águas de chuva. São medidas de fácil execução, derivadas de planejamentos e bom senso.

 

A problemática poderia ser amenizada, inicialmente, nas zonas mais novas das cidades, com trabalho consciente de saneamento e drenagem urbana, com destinamento de áreas maiores de "solo natural" em loteamentos, praças e prédios públicos, manutenção de áreas verdes e de proteção, criação de reservas, plantio ou recuperação de bosques, reservatórios de água pluvial em residências e construções de médio e grande porte, com calhamentos que diminuem o volume da água de escoamento, melhor coleta e destinação de lixo e respeito pela legislação ambiental. Para as áreas mais antigas, “viciadas” em velhos costumes desleixados, novas reformas progressivas podem assimilar e adequar os espaços afetados, corrigindo os antigos erros e prevenindo futuros problemas.

 

Toda essa reforma deve ser impulsionada pela ação conjunta dos órgãos públicos e devem ser exigidos e fiscalizados pela população. Se essas medidas ou preocupações fossem tratadas mais seriamente, poderíamos observar uma melhoria contínua desses problemas "causados" pelas chuvas.

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Reflexão Visual

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Rebocador


Pescadores artesanais


Balsas


Cidade de Natal - RN


Cidade de Pedra, Praia do amor


Chapada Diamantina - BA


Morro do Careca, especulação imobiliária


O maior cajueiro do mundo


Baia dos golfinhos - RN


Chapada Diamantina - BA


Balsa de bugue


Cargueiro


O pensador
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Riacho do pensamento

domingo, 26 de abril de 2009

Fui ver no riacho o rolar das águas
Pedras sobre pedras se encontrando
Cachoeiras cristalinas num só cantar
Relvas frescas no frescor da manhã
Tudo verde, tudo limpo, os pássaros cantando
O silêncio quebrado pelo vento a bailar
Só a natureza pode ser tão perfeita
Num mundo pequeno sem muito vazio
Num pequeno pedaço seus sonhos a rolar
Se escuta ao fundo o canto triste da coã
É seu mundo, é seu sonho no cio
É beleza, é esplendor, a natureza esta feita
Por onde seus olhos alcança
Por belas vias meus olhos ti vê
Não existe a solidão que se pensa
Não se sente a solidão mansa
Não se vê o que os olhos não crer
Não há tristesa que não se vença
É só no riacho banhar
Sem nada do lugar tirar, deixa viver
Sinta na alma a água lavar-ti
Deixa rolar nas águas, tudo pode acontecer
No seu espaço pequeno do pensamento
Corre um riacho lindo sobre ti
Por favor, não deixe morrer
Ele e você se precisam muito neste momento.
Miro 22/11/87

Poema enviado pelo autor, via e-mail em 24 de abril de 2007.
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Escritório sustentável

sábado, 21 de março de 2009

por: Carlos Henrique Klein


Muitas pessoas passam grande parte de seus dias dentro de escritórios e repartições, trabalhando sentadas, paradas e rodeadas de atividades e barulhos estressantes. O ritmo é acelerado e a rotina é, muitas das vezes repetitiva. A montagem deste cenário geralmente apresenta um padrão, onde são repetidas algumas ferramentas de trabalho, como por exemplo:
  1. Uma mesa (logicamente com cadeiras);
  2. Um telefone fixo;
  3. Um celular;
  4. Micro computador ou notebook;
  5. Impressora(s);
  6. Porta documentos;
  7. Blocos para rascunho;
  8. Canetas;
  9. Lixeira ao pé da mesa.

Existem, claro, variações nessa configuração, mas basicamente esse padrão é respeitado como numa rígida tabela de costumes. Completando a lista de itens de trabalho, alguns equipamentos também são bastante comuns como ar condicionado, ventiladores, lâmpadas fluorescentes, bebedouros, impressoras seriais, arquivos...

A rotina do escritório envolve uma infinidade de documentos, assinaturas e impressões e nesse turbilhão de atividades é notável uma infinidade de desperdícios de papeis, o uso irracional da eletricidade e a produção exagerada de lixo. Isso tudo sem comentar sobre a falta de preocupação com a saúde individual, prejudicada pelas posturas erradas, trabalhos repetitivos, estresse pela pressão profissional ou barulho.

Refletindo sobre o assunto e enfocando a visão ambiental, podemos facilmente chegar à conclusão que um escritório é uma grande máquina geradora de desperdícios, e o desperdício é o pai da insustentabilidade. É só observar, usa-se papel para tudo, coisas desnecessárias ou não; abusa-se das impressões; das cópias; dos rascunhos... se olharmos o consumo de energia, poluição sonora, produção de lixo e outros, vamos passar a encarar a rotina de escritório como uma das mais nocivas atividades individuais diárias que possuimos.


Destacando alguns pontos do cotidiano, desde a saída de casa até o final do expediente do funcionário de escritório, vamos citar algumas medidas que amenizam os impactos negativos de algo tão corriqueiro como o dia de trabalho:


  • Transporte: o número de carros em circulação é um problemão nas grandes cidades; pode-se amenizar essa condição com o costume de carona, dividindo os custos de viagem com companheiros de trabalho ou vizinhos, lotando um carro com cinco pessoas, ao invés de lançar cinco carros nas ruas; usar transporte público pelo menos uma ou duas vezes na semana; ou ir a pé (ou de bicicleta) ao trabalho; calcula-se que um automóvel médio lança 430 gramas de CO2 na atmosfera por quilômetro rodado.

  • Papel: nem é preciso repetir sobre os desperdícios; deve-se evitar os gastos desnecessários; ler mais na tela do computador; utilizar os dois lados do papel nas impressões; utilizar modo rascunho; comprar papel reciclado; revisar os textos antes de imprimí-los; encaminhar os papeis que vão para o lixo para reciclagem; cada tonelada de papel que é reciclado poupa 30 árvores de serem cortadas, economiza 98% de água e 80% energia de produção do papel.

  • Energia elétrica: evitar acender luzes em ambientes desocupados; programar os computadores para modo de economia de energia; desligar o monitor (responsável por 80% do consumo do PC) ao sair; favorecer a circulação natural de ar no ambiente de trabalho; favorecer a iluminação natural.

  • outras medidas: reutilizar materiais; fazer coleta seletiva; evitar fazer ruídos e sons desnecessários no ambiente de trabalho.
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